Inhotim
No dia 20/10, fomos ao Inhotim, em Brumadinho. Na parte da manhã, meu grupo escolheu a galeria “Matthew Barney”. Essa galeria me surpreendeu muito pelo fato de que, quando você visita a obra sem ler a explicação, você tem outra impressão sobre seu significado, talvez algo relacionado a desmatamento, uma crítica social. Ao ler a explicação da obra, ela se torna ainda mais clara e ampla: é uma referência a uma batalha de deuses do Candomblé, entre o deus da guerra, aço e tecnologia, e a deusa da natureza, da vida, do planeta Terra. Ao descobrir isso, você percebe que toda a arquitetura da obra é planejada em torno disso: embora dentro do edifício pareça que o deus da guerra esteja ganhando, ao ver a localização do prédio, você percebe que a deusa da natureza sempre estará ganhando.
Meus desenhos de observação foram esses:
Após o almoço, depois que fomos liberados, visitamos várias galerias diferentes. Foi a minha primeira visita ao Inhotim e foi particularmente legal :) Gostei de como as galerias diferenciavam muito entre si e a interação entre as obras e os prédios em que estavam. Visitamos várias galerias: Cosmococa, Cildo Meireles, Psicoativa Tunga, Matthew Barney, Rivane Neuenschwander, Doug Aitken, Lygia Pape e Adriana Varejão. As minhas favoritas foram a Cosmococa e a do Cildo Meireles, com destaque pro Quarto Vermelho. Alguns registros da visita:
Obrigada, até mais!! :)












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